Rhogar, vivia na cidade de Midgard. Uma cidade de draconatos, que tinha três clãns cada um especializado(Senhor da guerra, Guerreiro e Paladino).
Rhogar pertencia ao clã de Senhores da guerra que serviam diretamente ao rei, contudo ele não se identificava com aquele clã(e também não tinha os atributos necessários para ser um senhor da guerra).
Rhogar sempre admirou os paladinos, sempre considerou essa como uma profissão muito mais emocionante, sempre quis proteger seus companheiros com suas próprias forças e os paladinos tinham esse poder e o que ele mais admirava é que além de todo esse poder ele também tinha o dom de cura e o dom de fortalecer as habilidades de seu companheiros como se a força dele se juntasse com a de seus amigos.
Por tudo isso ele tomou a decisão mais importante de sua vida, ele iria se tornar um Paladino e protegeria a todos seus companheiros de vila e amigos. Pena que só tomar essa decisão não faria dele um paladino, ele precisaria que alguém o instruísse, porém na sua vila ninguém de um clã poderia se tranferir à outro clã ou aprender qualquer coisa que fosse diferente que seu clã ensinava.
Rhogar nada podia fazer a não ser partir de sua vila, e só voltaria quando se tornasse um paladino com grande poder. Então ele partiu de sua vila levando consigo a armadura e a espada de seu clã que tinham seu emblema gravado nelas.
Por quase um ano ele viajou, passando por varias vilas tentando encontrar seu futuro mestre. Um dia ele acaba sendo emboscado por uma criatura mais forte do que ele, e quando ele estava quase sem forças surge um homem com um armadura dourada e longos cabelos negros, uma espada enorme em uma mão e um escudo com um símbolo de um martelo no outro, ele começa a proclamar algumas palavras e derrepente surge um símbolo embaixo da criatura que de repente começa a se contorcer como se estivesse com muita dor. Sem nem ao menos dar chance da criatura se recuperar, o estranho começa novamente a proclamar algumas palavras, e sua espada começa a esboçar um brilho que vai se tornando cada vez mais forte.
O paladino se joga em direção a criatura, que é lançada a alguns metros de distância. A criatura, que já estava muito fraca, se levanta e foge.
O paladino que me ajudou se chamava Errich, pra minha sorte ele estava regressando de uma missão e viu que eu estava com problemas e foi me ajudar. Só pode ser o destino, ou melhor o próprio Moradin, que havia colocado aquele homem em meu caminho, pensei eu, com certeza ele seria o mestre que eu havia procurado, porém ele veio em minha direção, colocou suas mãos sobre mim e recitou uma oração. Na hora pude sentir as minhas energias voltando e minhas feridas se recuperando, porém ele disse que não poderia me curar completamente com o poder dele e pediu que eu o acompanhasse até sua vila, o que me deu mais certeza que ele se tornaria o meu futuro mestre.
Ao chegarmos na cidade de Cartago comecei a receber os cuidados de uma clériga do gurpo do Errich. Eu fui até ele para fazer meu pedido, contudo a mesma situação da minha vila se repetiu, ele não queria me aceitar como seu discípulo, então pedi que me aceitasse como seu servo para que com o passar do tempo pudesse me tornar seu discipulo, para que ao menos pudesse agradecer pelo que ele havia me feito, porém ele me disse que se eu quisesse agradecer, que eu deveria ajudar as pessoas que eu encontrasse durante a minha jornada, então decidi ficar na vila até conseguir que ele me aceitasse como seu dicipulo.
No dia seguinte saí pela vila tentando ajudar o máximo de pessoas possíveis para que pudesse ser aceito, mas ainda assim não fui.
Passaram-se algumas semanas até que um dia, enquanto eu andava nas proximidades da entrada da vila, a mesma criatura que quase havia me derrotado, estava lá, se aproximando de um grupo de crianças que brincavam por ali, sem ao menos pensar me lancei a frente das crianças, enchi meu peito com toda a minha energia e lancei uma rajada de fogo no monstro. Apesar de saber que aquilo não tinha poder para destruir meu inimigo, lancei um ataque enfraquecido, afinal estava dentro da vila e não queria que ela sofresse algum dano no meio da batalha. Mandei as crianças fugirem mais para o centro da vila e me fiz de alvo para que a criatura me seguisse para fora da vila, quando finalmente cheguei lá, me lembrei do meu último encontro e de como havia saído derrotado, mas que dessa vez, eu tinha um propósito maior pra lutar, que era de proteger a todos, não somente o povo da minha vila, mas a todos mais necessitados como aquelas crianças e com essa determinação em meu coração fui de encontro a criatura que pra minha surpresa passou direto por mim e foi atacar aquele que a tinha derrotado na vez passada, Errich, que havia lançado um desafio divino naquele exato momento.
Dessa vez Errich acabou de vez com a criatura, e veio me perguntar o motivo de eu ter me arriscado tanto, se era por agradecimento ao que ele tinha me feito no passado, e eu respondi, que não, simplesmente não pude ver aquelas crianças serem atacadas e não fazer nada para ajudar, mesmo que meu poder fosse pequeno, eu lutaria com todas as minhas forças para as proteger, e que a partir daquele dia eu protegeria qualquer pessoa que precisasse.
Depois de ouvir isso, Errich resolveu me aceitar como discípulo, pois eu sabia a verdadeira missão de um paladino, ajudar a todos não importando se vamos ou não ser recompensados por isso, e sim pelo fato de que fomos feito pra isso ajudar socorrer. Essa é a missão que Moradin nos deu.
Depois de um árduo treinamento, Rhogar conseguiu realizar uma parte de seu sonho, ele havia se tornado um paladino e poderia sair em missão junto de seu mestre, porém ele queria visitar sua antiga vila antes disso, se despediu de seus novos amigos e foi em direção a sua vila. Quando ele finalmente chega a sua vila ele percebe que tem algo de muito estranho, ele tem uma sensação estranha ao entrar na vila, como se ela estivesse sob um feitiço.
Então ele resolve investigar melhor a situação e percebe que todos lá estão dormindo e ele não conseguiu fazer com que ninguém despertasse. O que aconteceu com a vila? Foi um feitiço? De quem? Por que? Essas e outras questões de repente surgiram na cabeça de Rhogar, então que o destino novamente intercede na vida dele, a sua primeira missão seria quebrar o que for que estivesse afligindo a sua terra natal, então ele saiu em busca de respostas.
Não muito longe de sua vila, ele encontra uma cabana e resolve investigar, mas assim que ele entra na cabana ele sente um forte cansaço em seu corpo, sua vista começa a embaçar e começa perder os sentidos, um vulto aparece e fala:
"Finalmente consegui (Uma risada meléfica) esse é o ultimo daquela vila maldita, assim que eu terminar o encantamento.... ( Um barulho de passos), Quem são esses?" E sai correndo. Um grupo de aventureiros, havia encontrado a cabana e atrapalhado a conclusão do feitiço tornando assim muito fraco.
Um integrante desse grupo consegue quebrar o feitiço que estava fraco sobre Rhogar e o convida a se juntar ao grupo e ajudar com a missão deles. Como eu não sentia mais aquela presença na cabana resolvi ajudar, e acabei por me tornar parte do grupo, mas não desisti de descobrir pistas sobre o ocorrido na minha vila, ainda vou descobrir o responsável e libertar a minha vila daquele feitiço.
Personalidade de Nebin:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Reservado
Quão otimista ele é?
Esperançoso
Quão confiável ele é?
Crédulo
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Humilde
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Flexível
Quão empático ele é?
Severo
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Bravo
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Determinado
Qual é o estado de nervos dele?
Calmo
Nunca souberam seu verdadeiro nome.
Nebin, como atualmente é conhecido, nunca conheceu seus pais, ou o que podemos dizer, uma figura materna e paterna que cuidasse dele e o instruísse.
Sobreviveu sozinho nas ruas, algumas vezes com ajuda de outras pessoas que lhe ofereciam comida até, raramente, abrigo.
Por ainda ser criança, Nebin passava as tardes pregando peças nas pessoas com o intuito de conseguir dinheiro. Tinha muita habilidade com as mãos e pernas, porém a maiorias das vezes adultos não gostavam de serem passados para trás por crianças tão pequeninas.
Nessa época conheceu Shaena, uma outra criança pequenina como ele. Dando início à uma grande amizade. Se tornaram uma grande dupla, Shaena com suas grandes ideias e Nebin com suas habilidades.
Durante algumas noites, Nebin, saía com a intenção de furtar alguns bolsos para conseguir um pouco mais de dinheiro, pois assim conseguiria comprar comida e outras coisas durante o dia. Em uma dessas noites, Nebin, o homem percebeu que havia sido roubado, porém não conseguiu ver o rosto de quem o rouboou. Este homem o seguiu até seu “esconderijo” e descobriu onde Nebin passava suas noites. Este homem chamava-se Ammek e era um homem muito perigoso por essas terras. Duas noites mais tarde, Ammek invadiu o esconderijo de Nebin com seus capangas, Nebin não estava lá, apenas Shaena, Ammek não pensou duas vezes, como ela era pequena como quem o roubou, logo pensou que havia sido ela. Quando Nebin chegou de mais uma noite de furtos, deu de cara com o que uma dia foi sua grande e única amiga toda desfigurada, com pedaços para todo lado.
Havia, também, uma frase na parede:
“Isto é o que acontece com quem rouba Ammek!”
Nebin gravou este nome e o procurou por quase dois anos. Viu imagens dele por alguns lugares que queriam sua cabeça. Com alguns contatos soube que ele estava perto. Quando, enfim, achou a casa de Ammek.
Nebin era esperto e sabia que durante a noite teria mais sucesso no seu objetivo, portanto esperou anoitecer. Já de madrugada, Nebin utilizou de todas suas habilidades e matou alguns de seus capangas que guardavam a morada. Quando chegou ao quarto de Ammek, o mesmo estava dormindo e o quarto estava todo escuro, Nebin escondido nas sombras conseguiu imobilizá-lo.
Crianças tem uma imaginação surpreendente, portanto nem ouso continuar esta parte da história, pois ninguém mesmo sabe o que aconteceu a este homem, mas a dor que este homem deve ter sofrido foi inimaginável.
Nebin levou a cabeça de Ammek para o homem que a queria, e ganhou sua recompensa. Vendo sua habilidade e o ganho que poderia ter, acabou se tornando caçador de recompensas.
Se tornou conhecido e temido. Como caçador de recompensas viajou todo o mundo até a última missão que ele decidiu pegar. Estava ao sul do continente leste de Undra, o valor do serviço era bom: 200 peças de ouro pela localização do alvo e 1.200 peças de ouro pela sua cabeça. Pouco sabia sobre o alvo apenas seu nome e que ainda estava neste continente. O alvo era um anão chamado Darrak.
Com sua habilidade e alguns boatos que surgiram descobriu que estava perto do centro dpo continente. Meses depois o achou, mas encontrou um pouco de dificuldade, pois ele sempre estava acompanhado de um mago. No mesmo dia achou uma grande oportunidade e se juntou à um grupo junto com este mago e Darrak e outras duas pessoas para fazer uma missão. Apresentou-se ao Grupo como Nebin.
Será que Nebin ainda tentará finalizar sua missão, como caçador de recompensas?
Personalidade de Nebin:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Reservado
Quão otimista ele é?
Auto-Confiante
Quão confiável ele é?
Desconfiado
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Adaptável
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Flexível
Quão empático ele é?
Severo
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Violento
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Corajoso
Qual é o estado de nervos dele?
Inabalável
Nebin, como atualmente é conhecido, nunca conheceu seus pais, ou o que podemos dizer, uma figura materna e paterna que cuidasse dele e o instruísse.
Sobreviveu sozinho nas ruas, algumas vezes com ajuda de outras pessoas que lhe ofereciam comida até, raramente, abrigo.
Por ainda ser criança, Nebin passava as tardes pregando peças nas pessoas com o intuito de conseguir dinheiro. Tinha muita habilidade com as mãos e pernas, porém a maiorias das vezes adultos não gostavam de serem passados para trás por crianças tão pequeninas.
Nessa época conheceu Shaena, uma outra criança pequenina como ele. Dando início à uma grande amizade. Se tornaram uma grande dupla, Shaena com suas grandes ideias e Nebin com suas habilidades.
Durante algumas noites, Nebin, saía com a intenção de furtar alguns bolsos para conseguir um pouco mais de dinheiro, pois assim conseguiria comprar comida e outras coisas durante o dia. Em uma dessas noites, Nebin, o homem percebeu que havia sido roubado, porém não conseguiu ver o rosto de quem o rouboou. Este homem o seguiu até seu “esconderijo” e descobriu onde Nebin passava suas noites. Este homem chamava-se Ammek e era um homem muito perigoso por essas terras. Duas noites mais tarde, Ammek invadiu o esconderijo de Nebin com seus capangas, Nebin não estava lá, apenas Shaena, Ammek não pensou duas vezes, como ela era pequena como quem o roubou, logo pensou que havia sido ela. Quando Nebin chegou de mais uma noite de furtos, deu de cara com o que uma dia foi sua grande e única amiga toda desfigurada, com pedaços para todo lado.
Havia, também, uma frase na parede:
“Isto é o que acontece com quem rouba Ammek!”
Nebin gravou este nome e o procurou por quase dois anos. Viu imagens dele por alguns lugares que queriam sua cabeça. Com alguns contatos soube que ele estava perto. Quando, enfim, achou a casa de Ammek.
Nebin era esperto e sabia que durante a noite teria mais sucesso no seu objetivo, portanto esperou anoitecer. Já de madrugada, Nebin utilizou de todas suas habilidades e matou alguns de seus capangas que guardavam a morada. Quando chegou ao quarto de Ammek, o mesmo estava dormindo e o quarto estava todo escuro, Nebin escondido nas sombras conseguiu imobilizá-lo.
Crianças tem uma imaginação surpreendente, portanto nem ouso continuar esta parte da história, pois ninguém mesmo sabe o que aconteceu a este homem, mas a dor que este homem deve ter sofrido foi inimaginável.
Nebin levou a cabeça de Ammek para o homem que a queria, e ganhou sua recompensa. Vendo sua habilidade e o ganho que poderia ter, acabou se tornando caçador de recompensas.
Se tornou conhecido e temido. Como caçador de recompensas viajou todo o mundo até a última missão que ele decidiu pegar. Estava ao sul do continente leste de Undra, o valor do serviço era bom: 200 peças de ouro pela localização do alvo e 1.200 peças de ouro pela sua cabeça. Pouco sabia sobre o alvo apenas seu nome e que ainda estava neste continente. O alvo era um anão chamado Darrak.
Com sua habilidade e alguns boatos que surgiram descobriu que estava perto do centro dpo continente. Meses depois o achou, mas encontrou um pouco de dificuldade, pois ele sempre estava acompanhado de um mago. No mesmo dia achou uma grande oportunidade e se juntou à um grupo junto com este mago e Darrak e outras duas pessoas para fazer uma missão. Apresentou-se ao Grupo como Nebin.
Será que Nebin ainda tentará finalizar sua missão, como caçador de recompensas?
Personalidade de Nebin:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Reservado
Quão otimista ele é?
Auto-Confiante
Quão confiável ele é?
Desconfiado
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Adaptável
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Flexível
Quão empático ele é?
Severo
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Violento
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Corajoso
Qual é o estado de nervos dele?
Inabalável
Abaixo o resumo do capítulo 8 do livro do jogador: Aventuras.
Coisas básicas com maior facilidade em mãos.

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Está disponível o arquivo com o resumo do que aconteceu na mesa.
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Personagens que conhecem sua história: Nenhum
Várias nações existiram e desaparecem na historia. Eu, Darrak, vivi em uma dessas nações perdidas no tempo. O REINO DE MALKULT.
Nosso reino era muito próspero e era um ótimo lugar para se viver. Como nós, Paladinos, sempre podemos afirmar, que a justiça sempre prevaleceu em nosso reino.
Como todo local sempre tem os seus conflitos se não internos, externos.
Tinhamos um conflito com outro reino em questões de posses de terras com o Reino de KIMLASCA.
A paz quase não era mantida devido a esses conflitos, nossa missão era lutar por nossos ideais e nunca machucar os habitantes dos reinos.
Eu fui treinado por Tilion, Mestre dos paladinos e grande amigo. Que mais tarde se tornou rei devido a idade avançada do antigo rei.
Aproximadamente 4 anos após a posse de Tilion, em um dos grandes conflitos. Ambos os exércitos sofreram um ataque de um exercito desconhecido e de um poder extremo.
Mesmo nossos exércitos tendo mais de 2000 soldados, ambos perdemos terreno para este inimigo, que estava em desvantagem numérica em comparação ao nosso. Dois dias depois ambos os reinos já tinham perdido mais de 70% de seu poder.
Pelo pouco que me lembro além dos soldados muito poderosos, eles também tinham feras manipuladas e alguns dragões zumbis e outras feras além de nossa imaginação. Nunca imaginamos que um exército de menos de 200 soldados poderia destruir tanto, em uma trégua juntamos forças com o exercito do reino de KIMLASCA, porém foi tudo em vão. Recebemos a notícia que 6 horas depois o reino deles desapareceu do mapa e seria apenas uma questão de tempo para acontecer o mesmo com o nosso.
O Rei Tilion me deu Ordens de esconder alguns artefatos para a segurança de todos, pois eles possuíam poderes inimagináveis se combinados. Após receber essas ordem o Rei foi possuído por um poder estranho que o deixou muito parecido com um zumbi. Ele emanava uma aura verde muito parecida com uma névoa. Os magos e outros soldados me ajudaram a combatê-lo. Em um dado momento Tilion aponta sua espada a mim e diz: "Hoje vocês vão conhecer algo que jamais será visto em qualquer historia estejam prontos para sofrer muito antes de sua vidas secarem". Tilion levanta sua espada e atravessa ela em seu peito e grita para todos com uma voz pertubadora e diz: "Darrak como ousa assassinar seu rei". Nesse instante, praticamente todos no salão morreram. Como se sua almas tivessem sido arrancas de seu corpo.
Os soldados de fora do salão me acusaram de ter assassinado o rei. Tivemos apenas uma opção: corremos para fugir do castelo. Quando estávamos saindo nos deparamos com o exército inimigo, que por por sorte, não fomos vistos.
Desesperado peguei os objetos e fui cumprir minha ultima missão. Junto comigo foram Deriel, o mestre dos feiticeiros do palácio, 4 paladinos e 2 guerreiros que tinham sobrevivido. Um após o outro, foram morrendo através do caminho.
O mais marcante foi ver o Reino em chamas e as pessoas gritando de desespero perante o massacre.
No caminho encontramos inúmeros inimigos, quando Deriel, o mestre dos feiticeiros diz "vai ser impossível continuar, Darrak essa última missão você terá que realizar sozinho. Certifique-se que esses itens estão em segurança. Agora vou realizar minhas 2 últimas magias com o poder que me resta. A primeira você será tele-transportado para muito longe daqui para conseguir realizar sua missão e a segunda quando sua missão for cumprida, será lançado até um amigo que terminará o que deve ser feito, selando sua memória e poder.
Depois me lembro de uma voz e uma visão muito embaçada de um mago me dizendo "Seu destino já foi traçado, o último pedido de Deriel já foi cumprido. Quando você acordar você conhecerá Seth, um mago aprendiz com grande potencial."
Acordei em um deserto com alguns objetos. Horas depois fui encontrado pelo Seth que me ajudou nesses primeiros momentos de recuperação.
Personalidade de Darrak:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Diplomata
Quão otimista ele é?
Auto-Confiante
Quão confiável ele é?
Desconfiado
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Adaptável
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Honesto
Quão empático ele é?
Implacável
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Impulsivo
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Corajoso
Qual é o estado de nervos dele?
Arisco
Várias nações existiram e desaparecem na historia. Eu, Darrak, vivi em uma dessas nações perdidas no tempo. O REINO DE MALKULT.
Nosso reino era muito próspero e era um ótimo lugar para se viver. Como nós, Paladinos, sempre podemos afirmar, que a justiça sempre prevaleceu em nosso reino.
Como todo local sempre tem os seus conflitos se não internos, externos.
Tinhamos um conflito com outro reino em questões de posses de terras com o Reino de KIMLASCA.
A paz quase não era mantida devido a esses conflitos, nossa missão era lutar por nossos ideais e nunca machucar os habitantes dos reinos.
Eu fui treinado por Tilion, Mestre dos paladinos e grande amigo. Que mais tarde se tornou rei devido a idade avançada do antigo rei.
Aproximadamente 4 anos após a posse de Tilion, em um dos grandes conflitos. Ambos os exércitos sofreram um ataque de um exercito desconhecido e de um poder extremo.
Mesmo nossos exércitos tendo mais de 2000 soldados, ambos perdemos terreno para este inimigo, que estava em desvantagem numérica em comparação ao nosso. Dois dias depois ambos os reinos já tinham perdido mais de 70% de seu poder.
Pelo pouco que me lembro além dos soldados muito poderosos, eles também tinham feras manipuladas e alguns dragões zumbis e outras feras além de nossa imaginação. Nunca imaginamos que um exército de menos de 200 soldados poderia destruir tanto, em uma trégua juntamos forças com o exercito do reino de KIMLASCA, porém foi tudo em vão. Recebemos a notícia que 6 horas depois o reino deles desapareceu do mapa e seria apenas uma questão de tempo para acontecer o mesmo com o nosso.
O Rei Tilion me deu Ordens de esconder alguns artefatos para a segurança de todos, pois eles possuíam poderes inimagináveis se combinados. Após receber essas ordem o Rei foi possuído por um poder estranho que o deixou muito parecido com um zumbi. Ele emanava uma aura verde muito parecida com uma névoa. Os magos e outros soldados me ajudaram a combatê-lo. Em um dado momento Tilion aponta sua espada a mim e diz: "Hoje vocês vão conhecer algo que jamais será visto em qualquer historia estejam prontos para sofrer muito antes de sua vidas secarem". Tilion levanta sua espada e atravessa ela em seu peito e grita para todos com uma voz pertubadora e diz: "Darrak como ousa assassinar seu rei". Nesse instante, praticamente todos no salão morreram. Como se sua almas tivessem sido arrancas de seu corpo.
Os soldados de fora do salão me acusaram de ter assassinado o rei. Tivemos apenas uma opção: corremos para fugir do castelo. Quando estávamos saindo nos deparamos com o exército inimigo, que por por sorte, não fomos vistos.
Desesperado peguei os objetos e fui cumprir minha ultima missão. Junto comigo foram Deriel, o mestre dos feiticeiros do palácio, 4 paladinos e 2 guerreiros que tinham sobrevivido. Um após o outro, foram morrendo através do caminho.
O mais marcante foi ver o Reino em chamas e as pessoas gritando de desespero perante o massacre.
No caminho encontramos inúmeros inimigos, quando Deriel, o mestre dos feiticeiros diz "vai ser impossível continuar, Darrak essa última missão você terá que realizar sozinho. Certifique-se que esses itens estão em segurança. Agora vou realizar minhas 2 últimas magias com o poder que me resta. A primeira você será tele-transportado para muito longe daqui para conseguir realizar sua missão e a segunda quando sua missão for cumprida, será lançado até um amigo que terminará o que deve ser feito, selando sua memória e poder.
Depois me lembro de uma voz e uma visão muito embaçada de um mago me dizendo "Seu destino já foi traçado, o último pedido de Deriel já foi cumprido. Quando você acordar você conhecerá Seth, um mago aprendiz com grande potencial."
Acordei em um deserto com alguns objetos. Horas depois fui encontrado pelo Seth que me ajudou nesses primeiros momentos de recuperação.
Personalidade de Darrak:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Diplomata
Quão otimista ele é?
Auto-Confiante
Quão confiável ele é?
Desconfiado
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Adaptável
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Honesto
Quão empático ele é?
Implacável
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Impulsivo
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Corajoso
Qual é o estado de nervos dele?
Arisco
Personagens que conhecem sua história: Nenhum.
Seth teve uma vida árdua, seus pais (Elaver e Zinnamorel) viviam em uma pequena aldeia no continente Leste de Undra.
Quando jovem, Seth estava indo para a cidade comprar bens para seu lar, mas foi atraído por um brilho imenso e, ao se aproximar encontrou o mago Mordekainen, quem futuramente se tornaria um dos grandes magos do Círculo dos Oito.
Sua atenção estava completamente focada em Mordekainen, que estava recitando um feitiço em um idioma desconhecido. Escondido na floresta, ele apenas observou enquanto uma peça de metal amorfa levitava e se moldava em uma espada cravada com insígnias. Quando Mordekainen percebe a presença de Seth e lança um olhar furioso para o local que ele estava escondido, Seth teme por sua vida já que ele desconhece essa arte e Mordekainen. Seth volta correndo de volta para a cidade, mas ele nunca esqueceu esse acontecimento e nem soube quem era este mago.
Um longo tempo depois, quando voltava para sua aldeia, ele viu um incêndio em sua casa, correu, mas não conseguiu salvar seus pais.
Seth vagou sozinho durante meses até conhecer Fhaella, uma maga.
Seth, treinou e conviveu com Fhaella por vários anos e, com sua ajuda, se especializou em manipulação de fogo.
Seth nunca se esqueceu da lição, que para ele foi a mais valiosa que ela poderia dar: “Nada nesta vida é de graça, para tudo existe uma moeda de troca”.
Em troca do conhecimento passado por Fhaella, Seth tem uma grande dívida para com ela. Uma dívida que permanece até hoje.
Com base nos ensinamentos de Fhaella, Seth se tornou um mago mercenário, trocando trabalho e informações por dinheiro.
Anos mais tarde quando fazia uma missão em Avandra, conheceu Darrak, um paladino que ajudou com sua tarefa e, como pagamento, Seth o ajudou em sua missão.
Hoje, Seth é uma pessoa que não gosta de expor seu passado e fala apenas quando é necessário e é extremamente racional. É guiado por suas ambições, ajuda os outros desde que tenha alguma vantagem para si.
Seth, como todos os magos, possui uma grande sede por conhecimento e sabedoria e ele não para de se aprimorar em seus estudos arcanos.
Personalidade de Seth:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Reservado
Quão otimista ele é?
Auto-Confiante
Quão confiável ele é?
Cético
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Adaptável
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Pragmático
Quão empático ele é?
Ponderado
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Cauteloso
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Vingativo
Qual é o estado de nervos dele?
Inabalável
Seth teve uma vida árdua, seus pais (Elaver e Zinnamorel) viviam em uma pequena aldeia no continente Leste de Undra.
Quando jovem, Seth estava indo para a cidade comprar bens para seu lar, mas foi atraído por um brilho imenso e, ao se aproximar encontrou o mago Mordekainen, quem futuramente se tornaria um dos grandes magos do Círculo dos Oito.
Sua atenção estava completamente focada em Mordekainen, que estava recitando um feitiço em um idioma desconhecido. Escondido na floresta, ele apenas observou enquanto uma peça de metal amorfa levitava e se moldava em uma espada cravada com insígnias. Quando Mordekainen percebe a presença de Seth e lança um olhar furioso para o local que ele estava escondido, Seth teme por sua vida já que ele desconhece essa arte e Mordekainen. Seth volta correndo de volta para a cidade, mas ele nunca esqueceu esse acontecimento e nem soube quem era este mago.
Um longo tempo depois, quando voltava para sua aldeia, ele viu um incêndio em sua casa, correu, mas não conseguiu salvar seus pais.
Seth vagou sozinho durante meses até conhecer Fhaella, uma maga.
Seth, treinou e conviveu com Fhaella por vários anos e, com sua ajuda, se especializou em manipulação de fogo.
Seth nunca se esqueceu da lição, que para ele foi a mais valiosa que ela poderia dar: “Nada nesta vida é de graça, para tudo existe uma moeda de troca”.
Em troca do conhecimento passado por Fhaella, Seth tem uma grande dívida para com ela. Uma dívida que permanece até hoje.
Com base nos ensinamentos de Fhaella, Seth se tornou um mago mercenário, trocando trabalho e informações por dinheiro.
Anos mais tarde quando fazia uma missão em Avandra, conheceu Darrak, um paladino que ajudou com sua tarefa e, como pagamento, Seth o ajudou em sua missão.
Hoje, Seth é uma pessoa que não gosta de expor seu passado e fala apenas quando é necessário e é extremamente racional. É guiado por suas ambições, ajuda os outros desde que tenha alguma vantagem para si.
Seth, como todos os magos, possui uma grande sede por conhecimento e sabedoria e ele não para de se aprimorar em seus estudos arcanos.
Personalidade de Seth:
Como você avalia seu personagem durante as iterações sociais?
Reservado
Quão otimista ele é?
Auto-Confiante
Quão confiável ele é?
Cético
Quão incisivo o seu personagem é num momento de decisão?
Adaptável
Quão escrupuloso ele é em relação a seguir regras?
Pragmático
Quão empático ele é?
Ponderado
Quão corajoso seu personagem se mostra em situações difíceis?
Cauteloso
Como ele se sente quando enfrenta obstáculos?
Vingativo
Qual é o estado de nervos dele?
Inabalável
Olá pessoal,
Muitas vezes durante nossas mesas caímos na questão: Para marcar o inimigo o ataque deve ter sucesso ou não?
Vamos resolver este problema agora:
Nenhuma marcação: Desafio de Combate(Guerreiro), Desafio Divino(Paladino) e até mesmo a Presa do Caçador(Patrulheiro) que funciona como uma marcação também.
O foco, porém, é nas 2 primeiras que não dependem de sucesso ou fracasso para poderem marcar seu inimigo e nem de nenhum atributo, basta querer marcar o alvo.
A diferença entre as duas são:
Desafio de Combate:
A Marca do guerreiro só funciona por um turno, tendo então que marcar novamente no próximo turno. Essa marca da apenas -2 de penalidade em jogada de ataque contra qualquer alvo que não seja o guerreiro. Caso a criatura marcada esteja adjacente e ajuste ou ataque outro alvo que não seja o guerreiro, este sofre um ataque de oportunidade.
Desafio Divino:
Diferente do Desafio de Combate, quando o paladino usa o Desafio divino o alvo fica marcado até o paladino marcar outro inimigo ou se falhar em engajar o alvo (atacar o alvo ou terminar o adjacente à ele), caso ele não engaje o alvo, a marcação é desfeita e não poderá usar o desafio divino no próximo turno.
O Desafio Divino da -2 de penalidade em ataque em que o alvo não seja o Paladino e também sofre dano Radiante de 3 + Mod. Carisma APENAS na primeira ocasião que atacar um alvo que não seja o paladino.
As duas marcações são bem similares, e as duas não precisam de sucesso no ataque para marcar, diferente da Presa do caçador, que obrigatóriamente precisa acertar o ataque para usar essa marca de ataque.
Bom Jogo!
Muitas vezes durante nossas mesas caímos na questão: Para marcar o inimigo o ataque deve ter sucesso ou não?
Vamos resolver este problema agora:
Nenhuma marcação: Desafio de Combate(Guerreiro), Desafio Divino(Paladino) e até mesmo a Presa do Caçador(Patrulheiro) que funciona como uma marcação também.
O foco, porém, é nas 2 primeiras que não dependem de sucesso ou fracasso para poderem marcar seu inimigo e nem de nenhum atributo, basta querer marcar o alvo.
A diferença entre as duas são:
Desafio de Combate:
A Marca do guerreiro só funciona por um turno, tendo então que marcar novamente no próximo turno. Essa marca da apenas -2 de penalidade em jogada de ataque contra qualquer alvo que não seja o guerreiro. Caso a criatura marcada esteja adjacente e ajuste ou ataque outro alvo que não seja o guerreiro, este sofre um ataque de oportunidade.
Desafio Divino:
Diferente do Desafio de Combate, quando o paladino usa o Desafio divino o alvo fica marcado até o paladino marcar outro inimigo ou se falhar em engajar o alvo (atacar o alvo ou terminar o adjacente à ele), caso ele não engaje o alvo, a marcação é desfeita e não poderá usar o desafio divino no próximo turno.
O Desafio Divino da -2 de penalidade em ataque em que o alvo não seja o Paladino e também sofre dano Radiante de 3 + Mod. Carisma APENAS na primeira ocasião que atacar um alvo que não seja o paladino.
As duas marcações são bem similares, e as duas não precisam de sucesso no ataque para marcar, diferente da Presa do caçador, que obrigatóriamente precisa acertar o ataque para usar essa marca de ataque.
Bom Jogo!
Olá Pessoal,
Os pontos de Narrativa têm como única função incentivar a interpretação e aumentar a participação dos jogadores na história. Essa mecânica foi retirada de outro blog e personalizada para nós.
De forma geral, quando um jogador faz uma interpretação adequada, ele ganha Pontos de Narrativa (chamado de PNs). Ele pode utilizar os PNs para conseguir certas vantagens dentro do jogo.
Sendo que uma “interpretação adequada” pode ser algo muito subjetivo, por isso pedi para vocês me enviarem as histórias e conseqüentemente seus adjetivos para conseguirmos características psicológicas bem definidas, a motivação dos personagens, seus objetivos, sua personalidade, suas crenças. Essas informações vão me ajudar no julgamento de se a interpretação do personagem foi adequada.
A quantidade de PNs e quando dar vai ficar a cargo do Mestre. As regras aqui colocadas serão de como vocês poderão gastar esses PNs.
Lembrando que: Os PNs são pessoais e não pelos personagens. Exemplo: 1 Pessoa está levando 2 personagens e ganhou 1 PN pela atuação de um personagem que não é dele. O PN fica com a pessoa que atuou, não com o personagem.
Bom Jogo!
Os pontos de Narrativa têm como única função incentivar a interpretação e aumentar a participação dos jogadores na história. Essa mecânica foi retirada de outro blog e personalizada para nós.
De forma geral, quando um jogador faz uma interpretação adequada, ele ganha Pontos de Narrativa (chamado de PNs). Ele pode utilizar os PNs para conseguir certas vantagens dentro do jogo.
Sendo que uma “interpretação adequada” pode ser algo muito subjetivo, por isso pedi para vocês me enviarem as histórias e conseqüentemente seus adjetivos para conseguirmos características psicológicas bem definidas, a motivação dos personagens, seus objetivos, sua personalidade, suas crenças. Essas informações vão me ajudar no julgamento de se a interpretação do personagem foi adequada.
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Utilizando os PNs
- *Recuperando as forças: gastando 2 PNs você pode recuperar 25% de sua vida.
- *Recuperando poderes: gastando 2 PNs você pode recuperar 1 poder diário.
- Compras de Item mágico:
- Nível 1: 10 PNs
- Nível 2: 15 PNs
- Nível 3: 20 PNs
- Nível 4: 25 PNs
- Nível 5: 30 PNs
- Nível 6: 40 PNs
- Nível 7: 50 PNs
- Nível 8: 60 PNs
- Nível 9: 70 PNs
- Nível 10: 80 PNs
- Nível 11: 100 PNs
- Nível 12: 120 PNs
- Nível 13: 140 PNs
- Nível 14: 160 PNs
- Nível 15: 180 PNs
- Nível 16: 240 PNs
- Nível 17: 300 PNs
- Nível 18: 360 PNs
- Nível 19: 420 PNs
- Nível 20: 480 PNs
- Nível 21: 540 PNs
- Nível 22: 600 PNs
- Nível 23: 680 PNs
- Nível 24: 760 PNs
- Nível 25: 840 PNs
- Nível 26: 920 PNs
- Nível 27: 1000 PNs
- Nível 28: 1500 PNs
- Nível 29: 2000 PNs
- Nível 30: 3000 PNs
Bom Jogo!
Olá Pessoal,
Achei uma ficha em PDF que preenche a maioria dos campos automaticamente.
Graças a Thiago Russo “Tillian” temos um tipo de ficha fantátisca. Já testei e aprovei.
Bom Jogo!

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Achei uma ficha em PDF que preenche a maioria dos campos automaticamente.
Graças a Thiago Russo “Tillian” temos um tipo de ficha fantátisca. Já testei e aprovei.
Bom Jogo!
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A primeira postagem sobre nossa jogatina de D&D e o mundo de Undra e prováveis outros RPG's que jogaremos.
A idéia é ter gravado aqui as histórias dos personagens e das mesas que tivemos.
Bom jogo!
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Bom jogo!